segunda-feira, 27 de outubro de 2014

GP dos Estados Unidos 2014, Austin está chegando!

Histórico, o GP dos EUA iniciou sua participação na F1 em 1950 sendo que deste ano até 1960 as 500 milhas de Indianápolis é que faziam parte do calendário da F1, ficando fora deste nos períodos de 1992-1999 e 2008-2011.

Já “sediaram” este GP nada menos que seis circuitos sendo:

ü  Sebring International Raceway
ü  Circuito de Riverside
ü  Circuito de Watkins Glen
ü  Circuito de Rua de Phoenix
ü  Indianápolis Motor Speedway
ü  Circuito das Américas de Austin

Também foi no GP dos EUA em Indianápolis 2002 que Michael Schumacher “devolveu” a vitória a Rubens Barrichello daquele fatídico GP da Áustria no mesmo ano sendo, portanto três brasileiros a vencerem este GP: Emerson em 1970 (Watkins Glen), Ayrton em 1990 e 1991 (Phoenix) e Rubens em 2002 (Indianápolis).

O piloto que mais venceu o GP dos EUA foi Michael Schumacher com cinco vitórias em (2000, 2003, 2004, 2005 e 2006) seguido por Graham Hill e Jim Clark com 3 vitórias cada. A equipe que mais venceu foi a Ferrari com nove vitórias no total.

Desde 2012 o GP dos USA é realizado em Austin, no magnífico circuito das Américas. 




Em 2012 o vencedor Foi Hamilton (McLaren), seguido por Vettel (Red Bull) e Alonso (Ferrari). Já em 2013 os três primeiros foram Vettel (Red Bull), Grosjean (Lótus) e Mark Webber (Red Bull).

E Quem ganha esse ano? Quem perde a gente já sabe. Marussia e Catheram não irão correr nos USA e nem no Brasil, então, nós espectadores perdemos uma parte do show. 

Colaboração: Cristiano Moreira 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Pietro Fittipaldi e Marta Ariza


Porque falar de Pietro Fittipaldi?

Bem, além de ser um Fittipaldi, ele garantiu antecipadamente o campeonato da Fórmula Renault Inglesa, onde no circuito de Croft, Pietro conquistou o 13º pódio antes de ser oficialmente premiado com o título da categoria.

Banca para acidentes da FIA

No último dia 10, a FIA anunciou a composição de uma "banca para análise de acidentes", conforme anunciado pelo seu desde 2009 presidente, Jean Todt em Sochi, Rússia na sequência do acidente envolvendo Jules Bianchi, ocorrido no Grande Prêmio do Japão.

Essa banca fará uma análise completa do acidente para melhor compreensão do que aconteceu, e vai propor novas medidas para reforçar a segurança no circuito, com recomendações a serem feitas para o presidente da FIA. O trabalho do grupo já começou - no dia 20 - e uma apresentação completa dos seus resultados deve ser feita na próxima reunião do Conselho Mundial de Automobilismo em 03 de dezembro de 2014, em Doha, no Catar.

A Peter Wright, presidente da Comissão de Segurança da FIA, foi confiada a presidência da banca recentemente estabelecida, e a lista completa dos membros do painel podem ser encontrados abaixo.

Presidência
Peter Wright, presidente da Comissão de Segurança;

Membros:
Ross Brawn: Ex-líder da equipe Mercedes F1 Team, Brawn Grand Prix e ex-diretor técnico da Scuderia Ferrari;
Stefano Domenicali: Ex-líder da equipe Scuderia Ferrari;
Gerd Ennser: Representante-chefe dos Stewards;
Emerson Fittipaldi: Presidente da Comissão de Pilotos FIA, e Steward F1;
Eduardo de Freitas: Diretor de corridas WEC (World Endurance Championship);
Roger Peart: Presidente da Comissão Circuitos, Presidente da ASN do Canadá e Steward F1;
Antonio Rigozzi: Advogado, Juiz do Tribunal Internacional de Apelação da FIA;
Gérard Saillant: Presidente do Instituto FIA e Presidente da Comissão Médica;
Alex Wurz: Presidente da GPDA, representante dos pilotos;
 
Steward: a person appointed by an organization or group to supervise the affairs of that group at certain functions...".

Temporada 1994 parte VII - O GP DA FRANÇA


Disputado em 03 de julho de 1994, com 72 voltas em 4.250m perfazendo 306Km a França sediava seu 44º GP no circuito de Magny Cours, a sétima etapa da temporada de 1994, sendo assim –junto com a Itália – o 2º (ou 3º!) país em número de Grandes Prêmios sediados.

Um doce para quem “adivinhar” o vencedor...
 
Pois é, seis vitórias em sete corridas... e aí? Mostrou a que veio ou não? Para pensar na cama, uma curiosidade: Quais eram os campeões mundiais posicionados no grid de largada da F1 em 1994? Depois da ida de Ayrton Senna, tinha alguém ávido por colocar um campeão no grid... e esse alguém chamava-se Renault. Prost seria o ideal, mas recusou-se, afinal, sua lista de atritos com Senna havia sido grande e o campeão – na minha opinião - foi sensato em declinar. Sobrou quem? Nigel Mansell!!

J. J. Letho acabou “rebaixado” a 3º piloto da Benetton deixando Verstappen como colega de Schumacher e olha que nos treinos, a batida de Verstappen foi o fato mais marcante depois do 3º lugar de Schumacher. E pedaços de seu carro foram parar nos boxes da Mclaren, mas apenas prejuízos materiais dessa vez. Um movimento também chamou a atenção e de novo não foi nas pistas. Sexta feira, Flavio Briatore anunciou a aquisição da Ligier, que estava enrolada financeiramente, mas era provida pela Renault... e Briatore, que não era bobo nem nada, viu ali a chance de ter a tecnologia do maior rival nas mãos. Rival? Ele estava com o Schumacher! Mas o Italiano estava certo, o Schumacher ainda não era o tri, tetra, penta etc., etc., etc.

Bastidores, bastidores...

Bem, como vimos acima uma corrida não se faz somente na pista, e na pista nem somente com o vencedor e nessa, Olivier Panis teve seu primeiro abandono da temporada, e também o último, quando bateu em Gianni Morbidelli. Mas como esquecer Schumacher deixando as duas Williams para trás e assumindo a ponta? Barrichello também fez uma boa corrida, mas acabou abandonando depois de atingir Alesi que havia rodado e estava tentando retornar à corrida. Estragou uma ótima corrida de Barrichello na minha opinião.

O grid de largada contou com Schumacher em 3º lugar. Em 1º e 2º tivemos Damon Hill e Nigel Mansell respectivamente – ambos pilotando Williams, o que nos faz relembrar da pergunta: Mostrou a que veio ou não? Jean Alesi largou em 4º, Gerard Berger em 5º e Eddie Irvine em 6º.  Barrichello saiu em 7º e Christian Fittipaldi em 18º.

A classificação final contou com Michael Schumacher em 1º, Damon Hill em 2º, Gerard Berger em 3º, Frentzen em 4º, Pierluigi Martini em 5º e Andrea de Cesaris em 6º.
Rubens acabou ficando em 16º na classificação final, por conta da batida e manteve seus 7 pontos no mundial de pilotos. Como a Jordan possuía 11 pontos no mundial de construtores, Rubens Barrichello era o grande responsável pela 4ª posição da equipe.

Será que Martini e de Cesaris aproveitaram bem essas pontuações? Esperamos que sim, pois foram as últimas de suas carreiras...

Damon Hill fez a volta mais rápida com 1’19”078, mas e daí? Schumacher emplacava seu 66º ponto no mundial de pilotos sendo o 2º colocado, Damon Hill, contava apenas com 29...

Mas ainda era cedo para cantar a vitória, o campeonato só acaba quando termina, já dizia Abelardo. Ou não, já dizia Caetano!

Temporada 1994 parte VI - O GP DO CANADÁ

Mais alterações... O peso mínimo aumenta em 10Kg, ou 515Kg. A tomada de ar para o motor perde sua função e se transforma em mais um espaço para patrocínios. A Ferrari reclamou muito, alegando ter perdido 70 CV. Uma chicane - meio que improvisada - foi montada diminuindo a velocidade e aumentando os tempos em mais ou menos 1,5s por volta. A corrida inteira demorou aproximadamente 7 minutos a mais em relação ao ano passado. 7 minutos! A F1 nunca havia mudado tanto em tão pouco tempo. Lembram-se da suspensão ativa? Pois é, parece que foi no século passado...  Em 1993 Michael Schumacher fez a melhor volta com 1’21”500, dessa vez emplacou novamente a melhor volta, só que com 1’28”927. A monotonia das vitórias no entanto continuava com Schumacher voltando a vencer. As disputas mais emocionantes aconteciam sempre entre Alesi e Berger, Hill e Coulthard. Rubens Barrichello e Christian Fittipaldi alimentavam bem as esperanças dos torcedores brasileiros, mas seus carros não permitiam muitas ousadias. Mas... peralá! Um dia todos reclamaram das consecutivas vitórias da McLaren, depois da Williams, certo? A Benetton era uma nova vencedora! Ok, a monotonia da temporada é o que conta e segue o baile.

 
 
Apesar das vitórias repetidas da Benetton, sempre temos os demais corredores. Rubens Barrichello, por exemplo, deu bastante trabalho a Mika Hakkinen, mas só enquanto seu Jordan permitiu. Ficou em sexto na classificação mas a eletrônica pifou e acabou em 7º deixando a pista bastante irritado. Chegou a declarar “Eddie Jordan sabe muito bem quem são os incompetentes da sua equipe!!!” Christian chegou em 6º, mas foi pego pelo peso abaixo do mínimo, 2,5Kg a menos que o exigido sendo assim desclassificado.
Disputado em 12 de junho de 1994, com 69 voltas nos 4.430m do circuito de rua Gilles Villeneuve, Montreal, Canadá, o GP Molson du Canadá completou 307,050Km.
O grid de largada ficou com Michael Schumacher em 1º, Jean Alesi em 2º, Gerard Berger em 3º, Damon Hill em 4º, David Coulthard em 5º e Rubens Barrichello em 6º. A chegada ficou com Michael Schumacher em 1º, Damon Hill em 2º, Jean Alesi em 3º, Gerard Berger em 4º, David Coulthard em 5º e J. J. Lehto em 6º. Rubens acabou ficando em 7º na classificação final. Com essa ordem de chegada vemos que, apesar das 10 saídas por problemas, da desqualificação de Christian, dos problemas de Rubens e da não qualificação de Belmondo, Lehto, que subiu de 20º para 6º, fez uma boa corrida, mas não apareceu muito nas notícias. O mundo ainda falava muito de Senna e sua trágica morte e também de Schumacher que não parava de ganhar.
Rubens continuava com seus 7 pontos no campeonato. Schumacher mantinha a primeira posição somando 56 pontos e era seguido –de longe – por Hill com 23 em segundo lugar.

sábado, 18 de outubro de 2014

FRICS – A História se repete?

Vocês já conhecem o FRICS, certo?

 
 Ao longo das últimas temporadas na Fórmula 1, houve muita  discussão sobre um plano de suspensãoinovadora” usada nas Mercedes W04 e W05, o tal sistema FRICS, que significa Front to Rear Inter-Connected Suspension  e na verdade não era bem uma exclusividade da Mercedes e nem tão novo assim. Na realidade, no início da temporada de 2014 cada carro no grid tinha o seu e eram chamados de sistemas “não-Mercedes”. Simplificando o conceito, eram suspensões interligadas ou conectadas.
Estes sistemas são essencialmente bem simples de entender; eles conectam as molas, barras de torção e amortecedores  de cada uma das rodas do carro às outras, a fim de cancelar solavancos e para deixar o carro mais estável e com melhor desempenho aerodinâmico (já que não pula tanto). A maneira de como a interligação é feita varia de equipe para equipe, mas no caso da Mercedes é totalmente hidráulico, mas alguns sistemas totalmente mecânicos e alguns com eletrônica já foram usados no passado. Sabe quando você freia forte e a dianteira do carro vai lá no chão? É claro que não é apenas isso, mas você já entendeu o conceito.

Lembram da Tyrrell em 1995 com o tal  Hydrolink? (em 1994 a suspensão ativa que Piquet ajudou a desenvolver havia sido banida). Daí pra frente a idéia foi evoluindo e, no fim das contas, hoje todo mundo no grid têm um sistema de suspensão
interligado, afinal entender como o carro “torce” nas curvas, minimizar essas torções, otimizar seu downforce e mantê-lo estável reflete em segundos valiosos no mundial. A polêmica vem da proibição da tecnologia que – aparentemente – vem do fato de estar favorecendo a Mercedes.
Pois bem, no GP da Alemanha, todas as equipes removeram os seus a fim de evitar discussões e possíveis desclassificações, já que a FIA considera o aparato ilegal.

Já que falamos de suspensão, lembram que Nélson Piquet ajudou a Williams a desenvolver uma tal “suspensão inteligente, que a FIA proibiu para a temporada de 1994? Lembram da temporada de 1994? E o que aconteceu agora no GP do Japão? Dá pra relacionar um caso com o outro? Comentem! E dá pra relacionar a proibição de uma tecnologia com a proibição da outra? Deixem suas opiniões aqui! Querem que falemos mais detalhes sobre a tecnologia FRICS ou outras?  Pois bem,  aguardamos a participação de vocês!

Seguimos com a temporada de 2014, rumo aos EUA.

Help Wanted - II




Que tal ficar mais perto do mundo da Fórmula 1 e ainda faturar uma pratinha? A Infiniti Red Bull Racing está recrutando para a próxima temporada, inclusive estagiários!!! As vagas hoje listadas são as abaixo:
    • FEA Tools Engineer

    • Industrial Student Placement - Vehicle Dynamics


    • Industrial Student Placement- Aerodynamics Development Group


    • Industrial Student Placement- IT


    • Industrial Student Placement- Software Developer


    • Industrial Student Placement- Systems Developer



    Visite o site http://www.infiniti-redbullracing.com e aplique. Claro que é mandatório o domínio da língua inglesa e facilita muito ter permissão de trabalho na EU.

    E caso seja selecionado nos avise! Queremos uma foto sua aqui no blog ao lado do Vettel (se der tempo)!

    Boa sorte

    terça-feira, 14 de outubro de 2014

    Temporada 1994 parte V - O GP DA ESPANHA

    Disputado em 29 de maio de 1994, o XXXVI GP da Espanha foi disputado no circuito da Catalunha, em Barcelona, à época com 4.747 km de extensão teve 65 voltas de duração perfazendo um total de 308,555Km e ficou marcado pela interrupção da sequência de vitórias de Michael Schumacher (que ainda assim fez a melhor volta com 1’25”155), tendo sido vencido pelo britânico Damon Hill com 1h36’14”374, dando uma volta já no 4º colocado. Finalmente a Williams vencia uma prova em 1994, mas depois da trágica morte de Ayrton Senna, a vitória de Hill ficou com um gosto meio estranho...
    Barrichello acabou colidindo com Berger logo no início e este último acabou com o câmbio danificado, mas não se sabe se por consequência da batida ou não, pois ambos continuaram na corrida. Schumacher ficou em 2º, terminando a prova apenas com a 5º marcha. Aliás, ficou apenas com a 5ª marcha quase a prova toda e conseguiu até mesmo fazer pit stop nessa condição. E nem desmaiou!!!

    David Coulthard substituiu Senna na Williams e largou em 9º, mas acabou saindo com problemas elétricos.



    E a Simtek dava azar mesmo... Andrea Montermini, promovido da condição de piloto de testes, substituiu o falecido Roland Ratzenberger e acabou quebrando os tornozelos numa pancada forte no  pit wall.
    Mark Blundell acabou a prova em 3º, sendo também o seu 3º pódio na carreira, mas também foi seu último. Para a Tyrrel, foi a melhor posição na temporada.

    No fim das contas a prova acabou com O grid ficou com, Damon Hill em 1º, Michael Schumacher em 2º, Mark Blundell em 3º, Jean Alesi em 4º, Pierluigi Martini em 5º e Eddie Irvine em 6º. Rubens acabou a prova em 15º, depois de rodar e Christian em 16º na classificação final. No grid de largada tivemos Michael Schumacher em 1º, Damon Hill em 2º, Mika Hakkinen em 3º, J. J. Lehto em 4º, Rubens Barrichello em 5º e Jean Alesi em 6º. Christian Fittipaldi largou em 21º.

    domingo, 12 de outubro de 2014

    The show must go on



    Tento falar sobre o GP do Japão de Fórmula 1 2014 desde a semana passada e aí chegou o GP da Rússia. Digo-lhes que, com certeza, as palavras não se encaixaram e o tempo foi curto para a imaginação. 

    Sobre o Japão, na minha cabeça, o tufão Vettel indo pra Ferrari e Fernando Alonso sendo a vedete seria um bom início.  Durante a prova, as ultrapassagens de Vettel, Ricciardo e Hamilton debaixo de chuva com a perícia do grupo atual de abusados na pista molhada. Só faltaria Alonso. Alonso que ficou na volta de apresentação da volta de apresentação do reinício com o Safety Car na pista. Foi assim que pensei até o acidente do Sutil, sim do Sutil. A Bandeira amarela, mostra de novo, bota o nome do Jules Bianchi e bandeira vermelha. Acaba a corrida. O pódio, a expressão dos três primeiros, a agitação das equipes não pelo pódio, mas pelo rosto frio de cada profissional já anunciava que algo estava errado. Esqueceram de avisar para o locutor que gritou o banho de champanhe como se fosse uma micareta. Algo estava errado e descobrimos depois. 


    Erro, fatalidade, irresponsabilidade, crime? Hamilton venceu e uma semana depois, the show must go on. Assim cantava Freddie Mercury, assim funciona a F1. Esqueceram de Imola 94, agora podem relembrar que o show continua.




    Hoje, o primeiro Grande Prêmio da Rússia foi realizado. Assim como o GP dos EUA em Austin, o primeiro vencedor foi Lewis Hamilton. Hamilton vence mais uma e solidifica sua condição de líder do campeonato (Ah! como seria bom vê-lo campeão em Interlagos). Rosberg vem patinando, hoje depois do erro ainda chegou em segundo, mas não é o primeiro erro e, como ele na chuva não é um Senna, é a  quarta prova seguida que ele vê Hamilton vencer.



     Foto: @RetoF1

    No mais, a prova em Sochi não teve muitas inspirações. Controle de combustível, trânsito da marginal Tietê na beira do Mar Negro e uma recuperação de tirar o chapéu de Rosberg, mesmo com o trânsito da marginal Tietê para atrapalhar.  A Mercedes se sagrou campeã de construtores em 2014. Falta agora saber qual dos seus pilotos será o campeão mundial, apesar de Ricciardo ainda ter chances remotíssimas.


    As preces por Jules Bianchi emocionam, mas volto a dizer: Esqueceram de Ímola 94 e The show must go on. Engraçado a forma de se ver as coisas, uns se vangloriam e outros se envergonham.

    terça-feira, 7 de outubro de 2014

    Próxima Etapa - Grande Prêmio da Rússia


    O Grande Prêmio da Rússia será disputado no circuito de Sochi que, com 5.853m, será disputado em 53 voltas, totalizando 310,209 km.

    Será a 16ª etapa do campeonato de 2014, portanto para não perder um minuto sequer, anotem os horários (de Brasília):

    Sexta-feira, 10 de Outubro de 2014
    Treino Livre 1     03h00min
    Treino Livre 2     07h00min

    Sábado, 11 de Outubro de 2014
    Treino Livre 3     05h00min
    Classificação  
         08h00min  

    Domingo, 12 de Outubro de 2014
    Grande Prêmio    08h00min


    E depois da bandeirada, leiam, comentem, sigam e curtam os textos do Paixão a Motor aqui e também no Facebook e Twitter!

    Help Wanted - I



    Para o pessoal que gosta de velocidade e está procurando ficar mais perto do mundo da Fórmula 1, a Williams Martini Racing (antiga Williams F1) está recrutando para a próxima temporada! As vagas hoje listadas são as abaixo:
    • Williams Grand Prix Engineering - Industrial Student Placement 2015
    • IT Infrastructure Technician (Race Team)
    • Graduate Engineer - WAE (Mechanical Design)
    • Williams Advanced Engineering - Industrial Student Placement 2014 2015
    • Male Personal Support Assistant
    • Electronic Systems Engineer
    • Build Technicians - 6 month contract
    • Technical Partner Manager
    • ERP Microsoft Dynamics AX Support Analyst
    • Senior Design Engineer - Operations (Contract)
    Visite o site http://www.williamsf1.com e aplique. Claro que é mandatório o domínio da língua inglesa e facilita muito ter permissão de trabalho na EU.

    E caso seja selecionado nos avise! Queremos uma foto sua aqui no blog ao lado dos bólidos e do Frank Williams!

    Boa sorte

    quinta-feira, 2 de outubro de 2014

    Temporada 1994 parte IV O GP DE MÔNACO

    Disputado em 15 de maio de 1994, o GP de Mônaco foi disputado no famoso circuito de rua em Monte Carlo, à época com 3.328 Km de extensão. O mundo ainda estava falando muito na tragédia de Ayrton Senna e esse GP ficou um pouco obscurecido ainda mais no Brasil. Mas teve 78 voltas de duração perfazendo um total de 259,584 Km e inaugurou a era do limite de velocidade nos boxes. Seria o início de uma série de melhorias feitas no regulamento visando aumentar a segurança dos pilotos e equipes tentando ao mesmo tempo não prejudicar a competitividade. A Williams e a Simtek correram com apenas um carro marcando a ausência de Ayrton Senna e Roland Ratzenberger, falecidos no GP anterior. Eddie Irvine ainda estava suspenso e atuou como comentarista para uma emissora de televisão.

    No dia 12 de maio, nos treinos, o austríaco Karl Wendlinger passou por maus momentos. Sua Sauber fez um barulho estranho na saída do túnel, barulho descrito por alguns como som de metal em atrito, e se chocou contra o guard rail. A cena do piloto com as mãos no volante enquanto sua cabeça pendia para fora do carro foi terrível. Foi levado em coma para o hospital. A comoção foi tão grande que Ferrari, Peugeot, Mercedes e Renault ameaçaram deixar a categoria. Essa ameaça foi fundamental para o pronunciamento do então presidente da FIA, Max Mosley que anunciou uma série de novos regulamentos, que ainda nutria o desejo de se limitar somente à redução de velocidade na entrada dos boxes.

    As duas primeiras posições do grid de largada ficaram vazias em homenagem aos dois pilotos falecidos no Grande Prêmio anterior e foram pintadas com as cores do Brasil e da Áustria. Michael Schumacher fez mais uma pole position, Mika Hakkinen ficou em 2º, Gerard Berger em 3º, Damon Hill em 4º e Jean Alesi em 5º. Christian Fittipaldi ficou em 6º com sua Footwork.


    Logo na largada, Damon Hill bateu em Mika Hakkinen que abandonou a prova. Hill ainda tentou seguir, mas sua suspensão dianteira ficou destruída e acabou abandonando também. Na mesma curva, a St. Devote, Gianni Morbidelli e Pierluigi Martini também bateram e abandonaram a prova. Barrichello abandonou na volta 27 por problemas elétricos e Christian Fittipaldi chegou a brigar pelo quarto lugar, mas abandonou na volta 47 com problemas no câmbio.           




























    *Foto retida da internet

    No fim das contas, Mônaco que não via outro vencedor além de Senna e Prost desde 1983, viu Schumacher vencer mais uma, marcando 40 pontos em 4 corridas. Martin Brundle chegou em 2º, Berger em 3º, Andrea de Cesaris em 4º - já uma volta atrás e Jean Alesi em 5º. Michele Alboreto chegou em 6º lugar, marcando assim os últimos pontos da sua carreira na F1.


    *Colaboração e texto: PV Zaidan