Estes sistemas são essencialmente bem simples de entender;
eles conectam as molas, barras de
torção e amortecedores de cada
uma das rodas do carro às outras, a fim de cancelar solavancos e
para deixar o carro mais estável e
com melhor desempenho aerodinâmico (já que não pula tanto).
A maneira de como a interligação é feita varia
de equipe para equipe, mas no
caso da Mercedes é totalmente hidráulico, mas
alguns sistemas totalmente mecânicos
e alguns com eletrônica já foram usados
no passado. Sabe quando você freia forte e a dianteira do carro vai lá
no chão? É claro que não é apenas isso, mas você já entendeu o conceito.
Lembram da Tyrrell em 1995 com o tal Hydrolink? (em 1994 a suspensão ativa que Piquet ajudou a desenvolver havia sido banida). Daí pra frente a idéia foi evoluindo e, no fim das contas, hoje todo mundo no grid têm um sistema de suspensão interligado, afinal entender como o carro “torce” nas curvas, minimizar essas torções, otimizar seu downforce e mantê-lo estável reflete em segundos valiosos no mundial. A polêmica vem da proibição da tecnologia que – aparentemente – vem do fato de estar favorecendo a Mercedes.
Pois bem, no GP da Alemanha, todas as equipes removeram os seus a fim de evitar
discussões e possíveis desclassificações, já que a FIA considera o aparato
ilegal.
Já
que falamos de suspensão, lembram que Nélson Piquet ajudou a Williams a
desenvolver uma tal “suspensão inteligente, que a FIA proibiu para a temporada
de 1994? Lembram da temporada de 1994? E o que aconteceu agora no GP do Japão? Dá
pra relacionar um caso com o outro? Comentem! E dá pra relacionar a proibição
de uma tecnologia com a proibição da outra? Deixem suas opiniões aqui! Querem
que falemos mais detalhes sobre a tecnologia FRICS ou outras? Pois bem, aguardamos a participação de vocês!
Seguimos com a temporada de 2014, rumo aos EUA.
Nenhum comentário:
Postar um comentário